Iniciativa reforça que “nenhuma mulher merece viver em situação de violência e que o silêncio não pode continuar”

A Câmara Municipal de Limeira, por meio da Escola Legislativa Paulo Freire, lançou nesta quarta-feira, 11 de fevereiro, uma campanha institucional pelo combate à violência contra a mulher como pauta permanente e prioritária. Uma mensagem foi gravada em vídeo pelos vereadores; acesse neste link. A mensagem é de reforço sobre a responsabilidade de toda a sociedade em defesa do tema.
Paraticiparam Anderson Pereira (PSD), Elias Barbosa (PRTB), Estevão Nogueira (Avante), Everton Ferreira (PSD), Felipe Penedo (PL), Guilherme Guido (PL), Helder do Táxi (PSD), João Bano (Solidariedade), Zé da Farmácia (Solidariedade), Carlinhos do Grotta (PL), Dr. Marcelo Rossi (MDB), Márcio do Estacionamento (DC), Nilton Santos (Republicanos), Costa Júnior (Podemos) e Waguinho da Santa Luzia (PP).
“Quando os homens se posicionam publicamente, ajudam a fortalecer a mensagem de respeito, igualdade e tolerância zero à violência. Essa união demonstra compromisso real com a causa e com a segurança das mulheres de Limeira e conscientiza outros homens sobre a mensagem”, sinalizou a superintendente da Escola Legislativa, Giane Boscolo.
Além da campanha disponibilizada nos canais oficiais da Câmara e compartilhado nas redes sociais, a Câmara atua no fortalecimento das políticas públicas de prevenção e acolhimento. Tramita na Casa uma propositura que trata diretamente sobre o assunto, o Projeto de Resolução N° 1/2026, de autoria da Mesa Diretora, que torna permanente a agenda de ações de conscientização, orientação e enfrentamento a todas as formas de violência contra a mulher.
A violência de gênero pode se manifestar de forma física, psicológica, moral, sexual ou patrimonial, sendo caracterizada na legislação como grave violação de direitos.
Como agir
O atendimento pelo telefone 180 (Central de Atendimento à Mulher) é divulgado no vídeo como uma das ferramentas essenciais para romper o ciclo da violência e promover uma cultura de respeito, igualdade e proteção às mulheres. Segundo os vereadores, “denunciar é um ato de coragem e responsabilidade”. A vítima também pode ligar para a Guarda Civil Municipal (153) e Polícia Militar (190) ou ainda pode denunciar pelo Disque 100 (Disque Direitos Humanos).