Semana da eliminação da violência contra a mulher, Lei 5092/13, é de autoria da vereadora Lu Bogo
A Câmara Municipal de Limeira, por meio da Escola Legislativa “Paulo Freire” e gabinete da Vereadora Lucineis Aparecida Bogo, a Lu Bogo (PR), em cumprimento à Lei Municipal 5092/13, realizou nesta quarta-feira, 25, a palestra “Violência contra a mulher: Direitos adquiridos e suas aplicações”, com a ativista Rosana Chiavassa.
“Este momento serve para refletirmos sobre este tema que é tão antigo e ainda presente em nossa sociedade. Queremos com esta palestra trazer à tona o debate e as possibilidades que temos para no mínimo atender com dignidade os anseios das mulheres que ainda sofrem algum tipo de violência”, destacou Lu Bogo. “Convido a todos a abraçar esta luta que não se limita a uma condição feminina, mas de toda sociedade. Vamos lutar todos juntos”, completou Lu Bogo.
A palestrante Rosana Chiavassa é advogada e desde o ano de 1998, percorre todo o Estado de São Paulo ministrando palestras sobre diversos temas, como dano moral, plano de saúde, direito do consumidor, violência contra a mulher e responsabilidade civil.
Rosana apresentou para o público, que estava formado por estudantes do SENAC, voluntários da Casa do Conselho, Grupos da Terceira Idade, profissionais do Ceprosom, CRAS, vereadora Erika Tank (Pros), a importância do diálogo entre as pessoas e do investimento em educação.
A palestrante apresentou gráficos comparativos do Brasil com outros países em registros de casos de violência contra a mulher.
De acordo com dados apresentados por Rosana, o Brasil é o quinto colocado no mundo em assassinato contra a mulher e o sétimo colocado em maior número de ocorrências de violência contra a mulher.
“É preciso trabalhar mais os princípios humanos, a educação, noção de bem comum e consciência da sociedade num todo, assim teremos a redução destes números”, pontuou.
“Precisamos dialogar mais, rever conceitos e buscar a igualdade. Para isso é preciso estudar, trabalhar e dialogar mais. Desta forma vamos “empoderar” a mulher, que terá mais autonomia. Precisamos lutar para não retroceder”, sugeriu a palestrante.